Essa frase motiva você? Ou acha que já fez a sua parte, quando passou no concurso e conquistou um cargo público?
Assumir as rédeas da vida profissional não é um discurso novo. Porém, pela nossa percepção, ele foi incorporado apenas por uma minoria, tanto no setor público, como no privado.
Algumas reflexões na busca dos porquês nos evidenciam que o paradigma predominante é que a carreira profissional ainda está nas mãos de muitos agentes e fatores, entre os quais a responsabilidade pessoal representa uma tímida e incipiente parcela.
Mesmo que nos surpreendamos com esta postura, que não combina com as premissas da atualidade e, principalmente, por já estarmos na segunda década do século XXI, temos que admitir que a realidade vigente ainda retrata essa realidade.
Como reverter a questão é o grande desafio dos órgãos, instituições, empresas e suas lideranças, para que seus colaboradores se sintam responsáveis pela própria carreira, bem como se preparem para alçar vôos compatíveis com o tamanho de suas asas.
Já há um grande movimento no setor público, liderado pelos mentores da “Nova Face da Gestão Pública”, que estimula a conquista dessa autonomia e que foi motivo do nosso artigo da edição passada.
Sentimos que, gradativamente, parte dos profissionais se sensibilizam com a possibilidade de fazerem mais do que o padrão, percebendo que “ser útil, servir, ter uma missão de vida” atuam como elementos alavancadores de algo bem maior do que a estabilidade, o salário e os bônus recebidos.
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